Château de Mont-Redon 2010 – Châteauneuf du Pape – GOVIN Grands Terroirs

Château de Mont-Redon 2010 – Châteauneuf du Pape

Famille Abeille-Fabre
RP93/ST93/WS91

É o soberbo, majestoso e complexo Rei do Rhône, de rara elegância e precisão, de cultura única, é refinado e delicioso.

O Châteauneuf-du-Pape do Château Mont-Redon é um vinho cerimonioso e poderoso, sua estrutura tânica e concentração perfeitamente integrada e seu final longo e suave o tornam um dos vinhos mais complexos do mundo.

 

R$335.00

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Descrição

RP93/ST93/WS91

Château Mont-Redon é uma das propriedades mais antigas da região, está nas famílias Abeille-Fabre há quatro gerações, e também possui um dos maiores vinhedos em Châteauneu-du-Pape 186 hectares. As vinhas de Château de Mont-Redon estão num terroir excepcional, localizadas no ponto mais alto do planalto, no quadrante noroeste da denominação Châteauneuf-du-Pape considerado o melhor microclima da região. Os Abeille-Fabre primam pelo respeito ao seu terroir, tem como princípio a busca constante da qualidade, a reputação invejável da excelência classifica seus exemplares entre os grandes Crus de Châteauneuf-du-Pape.

É o soberbo, majestoso e complexo Rei do Rhône, de rara elegância e precisão, de cultura única, é refinado e delicioso.

O Châteauneuf-du-Pape do Château Mont-Redon é um vinho cerimonioso e poderoso, sua estrutura tânica e concentração perfeitamente integrada e seu final longo e suave o tornam um dos vinhos mais complexos do mundo.

 

 

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Grenache, Syrah, Mourvèdre, Cinsault, Counoise, Muscardin e Vaccarèse | 14,5% Grad. Alc. | 18 meses de estágio em barricas de carvalho

A história do Châteauneuf-du-Pape está intimamente ligada à história papal. Em 1308, o Papa Clemente V, ex-arcebispo de Bordeaux, mudou o papado para a cidade de Avignon. Ele e os subsequentes "Papas de Avignon" eram grandes amantes de vinho. Assim, desenvolveram enormemente a viticultura na região durante os setenta anos do Papado de Avignon. Clemente V foi sucedido por João XXII, que tornou conhecidos os vinhos desta região como "Vin du Pape". Esse termo tornou-se mais tarde Châteauneuf-du-Pape. João XXII também foi responsável por erguer o famoso castelo que permanece como símbolo da denominação.
A primeira menção do ilustre vinhedo Mont-Redon em Châteauneuf-du-Pape remonta a 1334 sob o nome de "Mons Retundus", em um contrato estipulando o compartilhamento da colheita. Mais tarde tornou-se "Mourredon" ou "morro redondo" e, finalmente, Château Mont-Redon. Château Mont-Redon é uma das propriedades mais antigas da região, está nas famílias Abeille-Fabre há quatro gerações, e também possui um dos maiores vinhedos em Châteauneu-du-Pape 186 hectares. As vinhas de Château de Mont-Redon estão num terroir excepcional, localizadas no ponto mais alto do planalto, no quadrante noroeste da denominação Châteauneuf-du-Pape considerado o melhor microclima da região. Os Abeille-Fabre primam pelo respeito ao seu terroir, tem como princípio a busca constante da qualidade, a reputação invejável da excelência classifica seus exemplares entre os grandes Crus de Châteauneuf-du-Pape. É o soberbo, majestoso e complexo Rei do Rhône. O Châteauneuf-du-Pape do Château Mont-Redon é um vinho cerimonioso e poderoso, sua estrutura tânica e concentração perfeitamente integrada e seu final longo e suave o tornam um dos vinhos mais complexos do mundo

ELABORAÇÃO

No Château Mont-Redon é obrigatoriamente a colheita manual, permitindo uma seleção muito seletiva das uvas, é um ponto de muita importância, que é determinante qualitativamente. Após o desengace total, procede a vinificação por puncionamento durante quinze a vinte dias de maceração assegurando a máxima extração de taninos e matéria corante. Uma vez feito a fermentação malolática uma parte do mosto repousas em barricas da Borgonha outra é mantida em cubas de aço, e por final é realizado uma seleção final dos melhores vinhos que estagiam por 18 meses em barricas de carvalho. O resultado é um vinho de sabor robusto de cerejas escuras e frutas vermelhas maduras, com notas de chocolate e aroma de ameixas e casca de frutas cítricas. Sua estrutura tânica é perfeitamente integrada e seu final é longo e doce. É um dos vinhos mais complexos do mundo.

Combinações gastronômicas para esse grande vinho: Costela, vitela, assados, queijos, massas com molhos e risotos.

Servir a uma temperatura entre 16-18º